terça-feira, 19 de julho de 2016

#SerieCidadania:

Quanto Custam os Políticos?

“Uma coisa é certa, com a adoção do VOTO DISTRITAL

o dispêndio com Partidos e Representantes será 

absurdamente menor e nos “tempos bicudos” 
de hoje o dinheiro passa a ser fundamental. 
Lembre-se sempre, que o que diferencia o 
grau de Democracia de um país é o grau de 
respeito ao dinheiro do contribuinte”.



O Autor


Todo o santo dia, dia sim outro também, ouvimos sobre o quanto o Brasil é perdulário em relação ao custeio do Parlamento. É o Fundo Partidário, que anualmente já atinge quase R$ 1 bilhão, o salário dos representantes e suas “verbas imorais” de gabinete sustentando a parentada e mordomias, além é claro das muito mal explicadas “emendas parlamentares” exclusivamente para sustentar os políticos, porque infelizmente todo esse dinheiro não é gasto para sustentar a “boa política”.
E o que seria a boa política? A boa política seria aquela em que ao representante fosse garantida a mesma renda mínima, que usufruía antes de se tornar um vereador, um deputado, um senador, ou um prefeito, governador ou presidente para o sustento familiar. Além disso, que lhe fosse garantido, que todas as despesas decorrentes da representação não viessem a onerar sua renda líquida, “tal qualmente”, como diria Odorico Parraguassu, dos tempos em que era um mero “cidadão contribuinte”.

Como sabemos, fruto do Voto Proporcional, a “base eleitoral” de um deputado, seja estadual ou federal é o território de todo um estado. Assim, precisará manter “cabos eleitorais” e assessores parlamentares por toda essa base, o que influencia diretamente a quantidade de assessores, além dos custos de deslocamento não só dos assessores, como também do representante. Talvez por isso Brasília se esvazia toda a quinta feira e só volta a se encher de parlamentares às terças feiras. Resultado trabalham pouco nossos representantes parlamentares.

Pela mesma razão os gastos de campanha para cobrir todo esse território vão consumir um volume de recursos igual ao dos concorrentes aos cargos majoritários. Afinal, é preciso “ciscar” no terreiro todo para que nenhum “votinho” escape.

Também por isso, talvez o candidato só visite em uma carreata à 60 km por hora algumas cidades onde o “ciscado” pode render mais e assim aqueles lugarejos, que habitualmente já são os mais desassistidos continuam sem “visita” antes da eleição e sem assistência depois das eleições, porque o “boca a boca” para cabalar votos e o “porta voz local” depois das eleições é responsabilidade dos “donos do gado” periférico. A cara e o resto do candidato você não vai ver.

No mais, você vai ficar sabendo das propostas e compromissos do candidato no Programa Eleitoral Gratuito, que esqueci de incluir nos custos lá do primeiro parágrafo, no qual você vai ouvir o candidato em “off”, enquanto aparece sua fotinha dizer: Meu nome é Enéas ... A propósito, você sabe onde ele mora?
É por essas e por outras, que sou a favor do Voto Distrital.
Se você quer saber mais a respeito, leia o livro.
VOTO DISTRITAL – ESSE ME REPRESENTA.
Pense nisso, cidadão !!!
Boa leitura.



Entendimentos & Compreensões
De Antônio Figueiredo
Escritor paulista. Autor da obra 

Recém lançada: Voto Distrital - Este Me Representa.
Editora Garcia Edizione - 2016 - SP
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