segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

#PensarNaoDoi:

Precisamos de Lideres..?


 “...Se há um engano corrente na
sociedade brasileira é o engano de
que a classe dirigente do país se
preocupa com a opinião pública.
Na verdade, não dão a mínima
importância para o que o povo fala,
seja nas ruas, na mídia ou
nas redes sociais...!”

 
Luís A. R. Branco. A Opinião Pública Brasileira - 
 Lisboa – Portugal  
 
                               2014 foi-se. Aos suspiros. Como brasilês, creio, não teremos muitas saudades. Mas deixou uma cicatriz: O ano em que aprendemos a pensar um pouquinho mais em nós mesmos, enquanto uma grande família, enquanto povo, enquanto país.
Saímos de uma eleição presidencial e para o congresso, no mínimo hilária, porém de acordo com nossa cultura e educação. Paupérrima.
                             Quando meu dileto amigo e mestre Luís A. R Branco, brasilês residindo e estudando em Lisboa/Coimbra, publicou no Brasil, em Portugal e na França a crônica, da qual utilizei sua frase no inicio, nos dá um pouco de entendimentos do que somos: Ou seja: temos memória pequena. É antiga a expressão de que: “... a memória do povo brasilês é de quinze dias!”. Ela foi dita em um dos discursos de Rui Barbosa: (...) como confiar em um povo que se lembra de algo importante, seja ele bom ou ruim, por apenas quinze dias?(...)”.

 E isso realmente acontece conosco. Senão vejamos:
                                 Temos hoje, ainda não se consegue definir o adjetivo se é bom ou ruim, mas especificamente, três tipos de eleitores.
Sim. De votantes no Brasil. 
 1) Ele é rebelde, contra tudo. Diz-se de esquerda, mesmo que não saiba o que isso significa; 2) Temos, ao contrário, o que está tudo bem, contanto que não se metam no caminho, estes tendem a dizer que são contra a esquerda (o que não quer dizer que sejam de centro ou de direita). Aliás, não possuímos os ditos “partidos de direita” no Brasil. E, 3) Os que não sabem e são, geralmente: “Maria vai com as outras...!”. Quem o convencer, não importa como, ele irá.
                                Somente temos partidos (legais) de esquerda ou os chamados socialistas (todos eles tem S em suas siglas), a outra centena de partido ora esta com um ora esta com outro. Sempre o mais vantajoso, é claro.
O socialismo vem de uma corrente, um pouquinho mais levezinha, (e não menos pior) que o comunismo. No fundo são todos “farinhas do mesmo saco”. Senão vejamos
Suas cartilhas são: Marxismo, Leninismo, Bolivarismo, Gramscismo (na educação), O Foro de SP e terminam no Projeto Eurasiano (China, Rússia, Coreia do Norte e outros) tendo Putin como seu “embaixador”. Esteve aqui durante a Copa do Mundo para o lançamento do Banco dos BRINCs. Ninguém ligou. Nem sabiam o que estava realmente acontecendo.


                        Do outro lado, mas que também tem "S" está os que se chamam de “direita” e seguem outras cartilhas, como Fabianismo e Clube de Bildeberg.
Em outras palavras seguem o que “alguém” mais poderoso, e de fora, lhes diz para fazerem. Lembre-se que o convidado “intelectual” do Clube de Bildeberg, mais de uma vez, foi o FHC.
                       O PT jamais poderia – em um país onde as leis funcionassem – ter candidato inscrito. Está na Lei: nenhum partido poderá ter de alguma forma associação com alguma Entidade Internacional ligada a politica. As esquerdas, quase todos estão ligados ao Foro de SP há exatos 20 anos, desde o seu surgimento.
Mas e dai? Aonde entra os eleitores em tudo isso. Faço aqui uma analogia. A grande, senão a maior, escola filosófica do Mundo foi a de Atenas, na Grécia. Ela simplesmente foi banida pelo Imperador Justiniano. E ficou um vácuo de exatos mil anos. Ou seja, neste período entrou o Reinado da Igreja de Roma, e seu poder de “Deus” nos ombros do Papa.
                        Nós, os brasileses, guardando as proporções, não estamos muito diferentes. Os últimos cinquenta anos nada têm de registro histórico de nossa historia recente, com exceção talvez de uma obra - A Verdade Sufocada, Carlos Alberto Brilhante Ustra. Editora Ser, 2005 – Brasília.


     Fora disso nada temos. Apenas lorotas e mais lorotas contadas. Não respeitamos nossos sábios. Os seres mais velhos. Aqueles que o tempo requisitou para deixar com eles a sabedoria. Aliás, nem gostamos de “velhos” por perto.  “só dizem coisas que não entendemos...!” será a primeira resposta a qualquer pergunta feita a um jovem (cronologicamente falando).
                          Assim estamos morrendo sem história. Estaremos em um futuro muito próximo com um país endividadíssimo, que necessitarão de uma geração inteligentíssima e inteira para resgatar. Assim, literalmente, perdemos o “bonde da história”. Nada sabemos e “confiamos” no primeiro que faz um discurso um pouco “melhorzinho” que os outros. Só isso. Populismo. Pobreza educacional e cultural.
                        Mas o que fizeram com nossos jovens? Nada. Sim nada. E o nada é uma forma de “lavagem cerebral”. Aqui entra o Gramscismo na Educação. Assim se eles não pensam... Precisam de algum “idiotizado”, também, para pensar por eles.
                           Temos muito pouco tempo para deixar uma herança ética para nossos jovens e conseguir, deles, a ajuda para resgatar, realmente, o que somos como um povo. Um país.

 Quanto à pergunta título: Sim, precisamos de um verdadeiro líder. Um estadista. E não políticos medíocres e suas falácias idiotizadas que embrutecem um povo inteiro.
Se perdermos esta chance... Não teremos mais tempo.
E o tempo: Ele que é Senhor da Razão... Cobrará isso com juros de nossos descendentes... Por nossa culpa e omissão.
Apenas pense sobre isso... Não dói!

 
 
Entendimentos & Compreensões
Leituras & Pensamentos da Madrugada
Percepções do Cotidiano.