terça-feira, 23 de agosto de 2016

#SOSEducacao:

Lembraram da Educação? 
-Finalmente -

“... Um estado dever ser um servo
E não um mestre...!”

Margareth Thatcher – Ex-premiê Inglaterra.

Se sou velho? Não! Mas sou do tempo em que um professor, ao entrar em sala de aula, todos os alunos se levantavam. Afinal ao mestre todo o respeito.
À entrada, na Escola, em qualquer um dos turnos, era precedido pelo hasteamento da Bandeira Nacional, cantando o Hino Nacional Brasilês.
Desta forma fomos formados com senso crítico apurado, senso moral e, principalmente, o que os antigos gregos tinham de sobra: Bom Senso!
O principal ponto que Educação era dever e direito da Família. À escola cabia o dever de transmitir conhecimento e elevar os valores que vinham de casa, o respeito aos mais velhos, às autoridades e ao estado no geral.
Agora surgiu um “ovo de Colombo”: Escola sem partidos! Que entrou no Congresso Nacional através do Parlamentar Magno Malta, do Espirito Santo.

Estudei, por minha vez, em ambas as escolas: Públicas e privadas.
E se discutia de tudo. Sim, tudo era discutido, através de uma matéria ou outra, desde religião que era estudada e todas eram mencionadas assim como a parte política. E aprendemos que todos somos seres políticos. Não confundirem com “politicagem, politicalha” e outros adjetivos de “gentalha” (Adjetivo neologista ou acepção, utilizado para designar quem é da esquerda doente e que vive com dinheiro público).
Hoje não tem mais pública ou privada. Toda as normas vêm do MEC – Ministério da Educação e Cultura -, não se preocupem, apenas uma sigla, para tirar dinheiro do povo, através de livros didáticos, nos transformando na indústria editorial com o maior número no mundo. Depois vem a Itália, onde livros e Editoras são exclusivas de Literatura e não de livros escolares. Com isso três ou quatro grandes editoras, reeditam todos os livros, todos os anos, com as mesmas besteiras que nada acrescentam.
Agora a discussão de “equacionar discuss
s
ões”, como sexualidade. Não existe equacionar, existe repassar reconhecimento. 
Um professor cria o direito de opinião como apuração do senso crítico do indivíduo. Caso contrário teremos robozinhos e resultados como os que conhecemos atualmente em que 22.5% dos universitários de Ciências Jurídicas são “alfabetos funcionais”. Quer mais?

Um professor doutrinador é um aliciador. Não é sinônimo. É constante à primeira classificação.
Não tenho que discutir professores. Temos que formá-los com conhecimento. Principalmente da Língua Portuguesa Brasilesa, antes de mais nada.
Ah, eu disse Brasilesa: Não! Eu afirmei. Brasilês é meu gentílico e não brasileiro como o MEC doutrinador gramscista através de Freire implantou no Brasil como forma de, literalmente, “embrutecer” utilizando uma acepção – o aluno.
Eles não sabem mais absolutamente nada. Pois não formaram um senso crítico através do conhecimento adquirido.
Falam em direito e deveres. Vamos lá. Quero que vocês procurem na Constituição Federal, o Item Direitos e Deveres que está no índice:
Se acharem DEVERES... por favor me avisem!
Entenderam?
Não? Vou tentar ser mais claro. Quando sindicatos tem mais voz com os professores do que os pais dos alunos, aos quais eles “tentam” ensinar, vem com a estratégia socialista desde a Internacional Socialista de Leonel Brizola, porem com outros termos.
Um Professor de História não tem a menor ideia de quem é Eric John Ernest Hobsbawm, reconhecido como um importante nome da intelectualidade do século XX. Ao longo de toda a sua vida, Hobsbawm foi membro do Partido Comunista Britânico.
Querem mais? Como está a minha amada Língua Portuguesa Brasilesa? Ah, sim esqueci de dizer que o sufixo “eiró” é designativo de tarefas ou profissões, e eu não sou brasileiro, sou jornalista, mas meu gentílico é BRASILÊS. Poucos sabem.
Nos ofendemos o Hino Nacional Brasilês, quando iniciamos a segunda parte dizendo: “...Deitado (e)TERNAMENTE...!”. Ora que ofensa a Manuel Osório Duque Estrada, um dos autores da letra, que jamais colocaria um “morto”, representando o povo, em um Hino Nacional. Sim pois “deitado eternamente”, somente quem está morto.
Em tudo, o dito acima está erroneamente nos veículos oficiais do Estado nos três níveis, na imprensa e nos professores. E o pior, nos livros e dicionários.
Então dizer que o projeto Escola Sem Partido, é uma evolução da educação é nos chamar de quadrúpedes ruminantes ao quadrado.
Gosto da ideia do parlamentar capixaba, em rediscutir as formas da educação como forma do que está sendo colocado nas últimas décadas no Brasil. Mas não precisa de Lei congressual. Precisamos de ensino para professores e não de bandeira politiqueira
Ouvi e vi o tal de debate promovido pela Folha de São Paulo, com “ditos” especialistas na educação e só saiu bobagem. Uma discussão e gritos por todos os lados. Perda de tempo da “imprensinha”. Só isso.
Escola particular é onde os pais entregam seus filhos, por contrato, a continuarem a educação da moral, do civismo, incluindo religiosidade, e questões que aumentem o que os pais já começaram.
Escola pública, é mera repassadora de conhecimentos. É a parte mais fraca onde atinge a criança e o adolescente.
Estes formados em seu senso crítico entrarão no terceiro grau e não serão meros “decoradores” de material de professorezinhos que “copiam do Google”. 
Aqui começa a diferença.

Entreguem a educação para professores de verdade, bem formados, que sabem direitos e deveres e deeme tenham autoridade dentro da sala de aula. O resto mandem embora para os pais educarem como devem ser educados. Fora disso é caso de polícia. Ponto.
Finalmente: Não se esqueça nunca – Educação é com a família. Para a escola e para o professor o dever e direito de repassar conhecimento.
Um lembrete: Só utilizem o termo “fascista”, como ofensa se souber, definitivamente o que significa. Senão passam o atestado de “energúmeno”!
Pensem... Não Dói! Mas não ensinar direito... Cobre-se do Estado.



Entendimentos & Compreensões
Leituras & Pensamentos da Madrugada
Experiência de 20 anos de ensino técnico e profundo.
Publicado originalmente no Grupo Kasal – Vitoria – ES.
http://www.konvenios.com.br/info/verArtigo.aspx?a-id=28080
Imagens meramente ilustrativas do Google Imagens,
Arquivos da Sala de Protheus