segunda-feira, 1 de agosto de 2016

#PensarNaoDoi:

A Teoria do Centésimo Macaco!


"...O macaco é um animal demasiado simpático 
para que o homem descenda dele...!"

Friedrich Nietzsche

Gosto quando o grande sábio e jornalista carioca Miranda Sá, pega algumas historietas, algumas fábulas e coloca os problemas em que estamos vivendo.
Ele tem razão. Parece que os Brasileses amam "contos da carochinha"... Ou seja somente assim eles entendem.

Por que digo isso?
Ora, simples, digno leitor: Nos vemos o erradamente inescrupuloso, o ineditismo da involução humana em todos os sentidos parece não haver influência sobre nosso povo.
Por que tanta dificuldade de entendimento e compreensão de nossos dias? O que há com o brasilês que parece colocar fumaça nos olhos para não ver a realidade e se jogar... Ao Carnaval, agora as olimpíadas (que serão, literalmente, uma piada mundial) entrega-se ao seu mundinho do dia a dia e pronto... O resto... O resto parece que nos dá a impressão que eles (os brasileses) nos dizem: (...) que se resolva...

Por isso tudo a alegoria da fábula (baseada em estudo cientifico) abaixo, serve para todos aqueles egoístas que pensam no próprio umbigo... e esquecem o resto... Neste caso, este "resto", é todo um povo: o Brasil. Exatamente onde, quem só olha para seu egoísmo, mora e vive. E sua família também.

Mas a fábula do centésimo macaco diz:
Um macaco japonês Macaca Fuscata vinha sendo observado há mais de trinta anos isolado, em estado natural. Em 1952, os cientistas jogaram batatas-doces cruas nas praias da ilha de Kochima. Os animais apreciaram o sabor das batatas-doces, mas acharam desagradável a mistura com a areia da praia.
Uma fêmea de um ano e meio, chamada Imo, descobriu que lavar as batatas num rio próximo resolvia o problema e ensinou o truque à sua mãe. Seus companheiros também aprenderam a novidade e a ensinaram às respectivas mães.
Aos olhos dos cientistas, essa inovação cultural foi gradualmente assimilada por vários macacos. Entre 1952 e 1958 todos os macacos jovens aprenderam a lavar a areia das batatas-doces. Apenas os adultos que imitaram os filhos aprenderam este avanço social. Outros adultos continuaram comendo batata-doce com areia.
Foi então que aconteceu uma coisa surpreendente.


No outono de 1958, na ilha de Kochima, alguns macacos – não se sabe ao certo quantos – lavavam suas batatas-doces. Vamos supor que, um dia, ao nascer do sol, noventa e nove macacos da ilha de Kochima já tivessem aprendido a lavar as batatas-doces. Vamos continuar supondo que, ainda nessa manhã, um centésimo macaco iniciasse o uso dessa prática.
Então ACONTECEU!

Nesta tarde, quase todo o bando já lavava as batatas-doces antes de comer. O acréscimo de energia desse centésimo macaco rompeu, de alguma forma, uma barreira ideológica.
Os cientistas observaram uma coisa deveras surpreendente: o hábito de lavar as batatas-doces havia ATRAVESSADO O MAR. Bandos de macacos de outras ilhas, além dos grupos do continente, em Takasakiyama, também começaram a lavar suas batatas-doces.
Assim, quando um certo número crítico atinge a consciência, esta nova consciência pode ser comunicada de uma mente a outra instantaneamente e sem decaimento ou esforço. O número exato pode variar, mas o Fenômeno do Centésimo Macaco significa que, quando só um número limitado de indivíduos conhece um caminho novo, ele torna-se patrimônio da consciência dos indivíduos.
Mas há um ponto em que, se mais o indivíduo sintoniza-se com a nova percepção, o campo se alarga de modo que essa percepção é captada por praticamente todos da espécie!


Essa experiência nos proporciona uma reflexão sobre a direção de nossos pensamentos. De certo modo, já sabemos que para onde vai o nosso pensamento, segue a nossa energia. Grupos pensando e agindo numa mesma frequência em várias partes do planeta têm as mesmas sensações e acabam fazendo as mesmas coisas sem nunca terem se comunicado. Isso vale tanto para aqueles que praticam o bem como para aqueles que usam de suas faculdades para o mal. O acréscimo de energia, neste caso, pode ser aquele que você está enviando com o seu pensamento sintonizado na frequência do crime noticiado que gera comoção geral.
Parece coincidência, mas sempre que um crime choca e comove multidões, de imediato outros fatos semelhantes pipocam em diversos lugares. Será isso o efeito do centésimo macaco às avessas?

Ao invés de indignar-se diante do crime noticiado, direcionando inconscientemente seu pensamento e sua energia para essas pessoas ou grupos que se aproveitam desta energia toda para materializar mais crimes, neutralize com pensamentos conscientes de amor e perdão. Mude de canal na TV, vire a página do jornal, saia da frequência e não alimente ainda mais a insanidade daqueles que tendem para o crime, e, também, daqueles que lucram com as desgraças alheias.
São todos igualmente insanos, tanto aquele que pratica o crime quanto aquele esbraveja palavrões de indignação por horas diante das câmeras, criando comoção e levantando a energia que se materializará nas mãos daquele que está com a arma já engatilhada.


Gerar material para construir um mundo melhor não requer tanto de grandes ações, quanto, essencialmente, grandes blocos de consciência. É preciso que mais gente se sintonize na frequência e coloque aquele acréscimo de energia que pode gerar uma nova consciência em outros grupos em outras partes do planeta.
Se cada um de nós dedicar alguns minutos todos os dias para meditar, entrando em sintonia com a Frequência do Amor, basta para mudar muitas coisas desagradáveis acontecendo em nosso planeta e criar uma nova consciência.

Há uma crença que ninguém pode mudar o mundo sozinho, mas segundo esta observação… 
VOCÊ PODE SER O CENTÉSIMO MACACO!
Pode pensar... Não dói! Nem para os macacos!


Entendimentos & Compreensões

Leituras & Pensamentos da Madrugada

Baseado nos estudos de "campos mórficos", 
do biólogo inglês Rupert Sheldrake.
Doutor em biologia pela Universidade de Cambridge
Publicado originalmente no Grupo Kasal 
– Vitória – ES - Konvenios - http://www.konvenios.com.br/info/verArtigo.aspx?a-id=28010
Arquivos da Sala de Protheus
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