domingo, 23 de julho de 2017

"..Poema Sem Título...!"


"Sem título...!"

                               

Poema sem titulo
Sem métrica
Ou ritmo
Poema que explode
Ou escorre
Devagarinho!

Explode espantos,
Medos,
Indignações,
Pasmo diante
Do humano
Onde habita a maldade?

Escorre devagarinho
Silencioso,
Solitário,
Filete de vida.
Um desaforo a maldade.
De onde vem?
Para onde vai?
O que lucra?
O fazer mal?

Orgulho,
Desprezo,
Assassinato em vida.
Qual o preço que se paga
Dessa herança maldita.
Se tudo um dia volta
Pelas leis divinas
O bem que se faz
Em esperança florida
Que morte traz o mal
Para a alma encardida?
Da língua calunia,
Da agressão destruidora,
Da armadilha fatal,
Da mentira venal.
Que fim haverá
Quem assim pratica
O mal pela vida?
Que semeadura
Que caberá
Tão dura?

Ah, loucos desvairados
Que ao mal se jogam
Apressados
Não sabeis que morreis
E matais os que da tua
Entranha saíram?
E os que te pariram?

Que um dia olhos baços
Verás te atormentar
O mal
Dito,
Feito,
Lançado?

Miseráveis sois pela terra
Miseráveis sois pela vida
Miseráveis sois pós ela
Como chaga apodrecida
Levarás além tumulo

Tua maldade cometida
Que já te apodrece
A alma em vida!
Esse verso sem titulo
És para ti

Quisera que acordes
Depressa busque o Bem
Que ele te de alivio
Transforme
E boa sorte.

Te dê vida
Nessa morte que carregas
Onde todos já podem ver
O odor necrosante que exalas
Da tua morte em vida.
Essa tua vida pequena
E corroída!






Entendimentos & Compreensões
Das percepções de 
Candida Maria Ferreira da Silva
Assistente social, teóloga, especialista em Infância
e Violência doméstica pela UFF, palestrante.
Rio de Janeiro - RJ
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