quarta-feira, 5 de novembro de 2014


#PensarNaoDoi:
 
Somos A  Tribo Do Bem!

 

Eis o Quê e Quem Somos na Pátria Amada Brasil!
Simples assim... Afinal para nós pensar não dói!

Somos  A “Voz”  Do Novo Brasil!

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Colaboração da Sala de Protheus!

terça-feira, 4 de novembro de 2014


O Pessimismo Nacional
– “à la mode brésilienne” 
- Reflexões realistas por um Brasil Melhor.
 
“..Escrevo este livro por ser brasileiro, filho de brasileiros, neto e bisneto de brasileiros, sou casado com uma brasileira e pai de duas outras brasileiras...!”

Luís A. R. Branco
– na introdução de sua obra
título acima.
 
               Tive o privilégio, mesmo imerecedor, de ser convidado por este grande brasilês/português para fazer o prefácio da obra acima citada.
              Este duplo doutorando e um mestre em várias áreas faz que com a generalização não seja genérica e sim especifica para tantas áreas do conhecimento.
              A obra lançada em Portugal e no Brasil (abaixo os locais onde encontrar) faz uma reflexão digna de um brasilês de verdade nestes tempos de política conturbada.
              Ao fazer o prefácio da obra fiz a referência abaixo, não como elogios, porem como realidade deste grande homem, graças a Deus brasilês, que mesmo fora de nosso país, parece amar mais que a nós mesmos que aqui vivemos.
Deixei escrito no prefácio:
               Falar, explicitar, apresentar Luís A R Branco, como se intitula este grande amigo e mestre é fácil e ao mesmo tempo complexo.
              Talvez deva lembrar aos leitores que este brasilês/lusitano – Sim Luís é Brasilês e Português, onde vive atualmente com toda sua família. Esta também  brasilesa.
O Esposo?
É fácil. Somente uma companheira quase cúmplice faz que seu amado transpire com tanta sabedoria, facilidade, docilidade e generosidade palavras que nos tocam... Fazem-nos pensar...
O pai? Bem este mostra exemplos na própria obra través de seus próprios exemplos.
O escritor?
Mais fácil ainda. Lembra seu homônimo o argentino Luís Carlos Borges quando afirma: “(...) não existem maus escritores. Existem maus leitores (...)!”.
Eis o escritor Luís A R Branco quando escreve. Quando transpira e “espraiam” por todo nosso amado Brasil suas sabedorias e com isso nos faz pensar ainda mais.
O Professor?
Ah, sua tenacidade professoral estão nas palavras escritas e proferidas. Quisera ser seu aluno em tempo integral. Diminuiria minha ignorância. Ficaria mais iluminado.
O Poeta?
Ah, a alma que poetiza torna tudo o que é especial e no especial deve deixar.
O pastor e teólogo?
Muito mais um profundo estudioso e pesquisador de nossas “re-ligações” com o infinito, com a criação, nos deixando mais próximos da iluminação... Nossa verdadeira origem.
O filósofo?
Eis algo mais fácil, ao menos para mim, identificar. Seus pensamentos nos criam contextos incríveis e nos levam a lugares nunca dantes habitados, conhecidos, verificados, pesquisados... Faz nossa imaginação “viajar” e em viajando conhecer... E conhecendo nos tornando melhores em nosso próprio ser... E sendo reconhecer nosso Eu... Nossa Origem... Nosso presente mais presente do que nunca.
O Apologéta?
Ah, sua apologias faz com que  consigamos mediar, conciliar, aliviar tensões de nossas mentes, de nosso dia a dia e entender a intelectualidade como um todo.
O Ser alegre de bem com a vida?
Este esta presente em cada crônica, em cada escrito, em cada obra já lançada.
Eis o brasilês/português que mostra neste ensaio seu coração e suas preocupações com seu amado Brasil muito mais do que muitos brasileses que moram em nosso próprio país.
Eis um patriota de alma e coração elevado preocupado com cada questão do dia a dia.
Luís adentra na educação com tanta profundidade que lembra nosso #SOSEducacaoTag na rede social Twitter criada por mim juntamente com o grande jornalista e Professor do Estado de Santa Catarina, no Sul do Brasil,  Nelson Valente.  Tag esta que se transformou em uma série no sítio www.cadernodeeducacao.com.br
Que se transformou em programa no #RadarNews da rádio Beto Mous em http://www.betomous.com/p/radio-mous.html
Que se tornou referência em meu humílime blog – http://www.epensarnaodoi.blogspot.com.br
Assim Luís adentra em todos nossos problemas atuais. No funcionamento de nossas instituições e, principalmente, no “não funcionamento”.
Analisa nosso sistema político e a atuação de nossos ditos “políticos” com tanta maestria como se estivesse todos os dias no Congresso Brasileiro.
Analisa o comportamento, o qual se refere como Beauvoir em várias partes de seus ensaios de cada brasilês. Às vezes sua passividade confundida com pacientes em demasia
Provoca pensamentos, na maioria “irritante” para aqueles com falsos valores patrióticos e levam a buscar o que foi perdido.
Contextualizo suas passagens por Minas Gerais, suas lembranças tão bem colocadas e tornando seu amor por nosso país algo tão nobre que merece um afago em sua alma.
Assim sua obra - O Pessimismo Nacional “à la mode brésilienne” – se torna uma espécie de manual de consulta de nossas derivações de valores não utilizados ou atualizados e que precisamos rememorar... E, claro, colocar em prática quase como uma espécie de salvação de nossa própria consciência.
Mas algo que me chama atenção, profundamente, foi sua comparação com o descobrimento de nosso país por Portugal – tudo o que a história registrou – e o que estamos fazendo agora. Ou melhor: O que não estamos fazendo.
Assim encaminhá-los para esta apaixonante leitura, não é somente um privilégio e honra, imerecida, mas prazerosa e dignificante que me torna um pouco mais brasilês ainda do qual sou apaixonado, cívico, defensor de alma e coração e torna-me com isso um “guerreiro”, que o seja através das palavras como este mestre, para deixar uma espécie de legado, um pouco melhor para nossos filho.
Seus pensamentos irão ferver na leitura... Mas certamente lhe ajudarão a tomar consciência definitiva do que é, do que somos e do que poderemos ser, como povo, como país, como nação, como uma grande família.
Eis a obra divina de Luís A R Branco com todos os privilégios que você leitor merece.
Você encontra na Amazon, Barne & Nobles, Book Depository, Clube de Autores, Google Play, iTunes, Kobo, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Lulu.
 

José Carlos Bortoloti
Jornalista, Prof de Comunicação,
Especialista em Marketing e Planejamento Estratégico
E, sobretudo, Brasilês de alma e coração.
RS- Contrastando com a primavera  europeia – No outono do Brasil –
 
 
 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014


O Mundo Precisa de mais
“Dr. House”!
 
“... É uma verdade básica da condição
humana que todo mundo mente.
A única variável é sobre o quê...!”

Fala do personagem da serie americana Dr. House

A perda de uma Mãe (com “m” maiúsculo) deve ser uma das piores dores que um ser humano pode vivenciar. Vê-la morrer em próprios braços, então... Impensável!
          Tê-la visto sofrer em seus últimos dias e horas, momentos os quais se tentou de todas as formas, minimizar esse estado de impotência e fragilidade humana, pedindo, sem êxito, aos médicos que se sucediam no atendimento, que a sedassem para diminuição da dor exposta nos olhos da moribunda... Momentaneamente, transforma o mais fervoroso cristão em um miserável ateu.
     Enquanto a morte se aproxima, lentamente, o filho, já sem forças, não sabe se a chuta (morte) para longe...
Ou se a puxa com rispidez, para que findado seja logo aquele momento de terror e, assim, a mãe, possa ir ter com Deus o mais rápido possível.

                                               
O desespero mescla as trocas de olhares entre mãe e filho e enquanto ela esmaece, o filho lembra:
“Ela é a dona de tudo
Ela é a rainha do lar
Ela vale mais para mim
Que o céu, que a terra, que o mar
Ela é a palavra mais linda
Que um dia o poeta escreveu
Ela é o tesouro que o pobre
Das mãos do Senhor recebe
Mamãe, mamãe, mamãe
Tu és a razão dos meus dias
Tu és feita de amor e de esperança
Ai, ai, ai, mamãe
Eu cresci, o caminho perdi
          Volto a ti e me sinto criança 
 Mamãe, mamãe, mamãe
          Eu te lembro o chinelo na mão
              O avental todo sujo de ovo
  Se eu pudesse
                                Eu queria, outra vez, mamãe
                      Começar tudo, tudo de novo” – *
 - E agora, mãe! Como voltarei a ti para me sentir criança?
Mas ela se vai e com ela, parte do filho também, lembrando, desta feita, Fred Mercury: “how can I go on”?
How can I go on ..., how... can... I... go... on ...?*
Nesse momento o filho não consegue sequer se sentir, que dizer sentir a mensagem que Deus lhe enviou durante aquele tempo de imensurável dor e sofrimento.

Para os cristãos, a morte não é o fim senão o começo!


 Para os cristãos somos todos irmãos, daqueles que lutam pelo melhor para o outro. Mas a morte de uma “Mãe” terá sido o começo do que, se com ela o filho já não mais está na mesma dimensão?
Ouso opinar: o começo para uma vida de atitude proativa! Um novo começo para o filho que ficou nessa dimensão e que, quando recuperado desse nefasto transtorno emocional, poderá honrar toda a vida de sua amada mãe que, mesmo estando sob os cuidados de “n” médicos altamente capacitados, não teve sua dor minorada. Porque entre eles, profissionais de escol, não houve as sensibilidade e humildade necessárias para, ao invés de divergirem entre si sobre a medicação a ser ministrada, terem posto de lado as vaidades subjetivas e ponderado sobre o tratamento indicado pelo outro.
Albert Einstein sabia da potencialidade das correções das noções sobre física quântica às quais teve acesso, no entanto, às mesmas resistiu, preservando as da física clássica! Nesse caso ninguém perdeu, nem Einstein deixou de ser Einstein, mas no tema que estamos tratando, a morte poderia ter chegado com menos sofrimento para aquela que não teve sua dor minorada em razão da vaidade dos cientistas que se revezaram entre si.
                         Quem nunca assistiu o seriado “dr. House”? Quem nunca percebeu que esse SER HUMANO, privilegiado em sua capacidade intelectual, era, constante e continuamente, contestado em seus diagnósticos, propostas de tratamento e prognósticos, que, ao final, ERAM SEMPRE CERTOS?
                          Dr. House era um gênio da medicina, mas contestado pelos presunçosos que não conseguiram ver ANTES a solução clínica eficiente, nem se dispõem a aprender no dia a dia.
O juramento de Hipócrates, afinal, virou mera retórica?
Para o Professor e pesquisador de História Marlon Adami, axiologicamente o Juramento de Hipócrates é um juramento solene efetuado pelos médicos, tradicionalmente, por ocasião de sua formatura, no qual juram praticar a medicina honestamente.
De forma geral, acredita-se que o juramento tenha sido escrito por Hipócratesamplamente considerado como o pai da medicina ocidental — ou por um dos seus alunos. O juramento original foi escrito em grego Jónico (século V a C.).
Existem duas versões do Juramento de Hipócrates: a original, escrita em Lausana em 1771 e outra, ratificada em 1948 pela Declaração de Genebra e posteriormente atualizada em 1968 e 1983, a qual vem sendo utilizada em vários países por se mostrar social e cientificamente mais próxima da atual realidade.
                       Diante deste momento solene, onde pessoas se tornam aptas a praticar a medicina, as mudanças que ocorrem no mundo, não só da Ciência, mas da mentalidade humana através da multiculturalidade, ideologias, fazem com que um "juramento" se torne apenas uma pró-forma social e não um comprometimento com a ciência humana e com a luta pela manutenção da vida.
                     Não precisamos de “mais médicos”, antes sim de mais “médicos sem fronteiras”, aqueles cujos corações não servem tão somente para as oxigenações do sangue que corre nas veias porque, afinal ... la vie c'est un grand voyage qu'on doit faire du premiére class!*

 

Das percepções e transpirações da Jurista Regilene do Nascimento – Brasília – DF – Outubro/2014
*Dr. House – Personagem de Sir Hugh Laurie,
 série Americana de sucesso nos últimos 7 anos
*Letra da música em forma de poema de autoria de Toquinho
*Da música de Fred Mercury ("Como eu posso ir?"
Como posso continuar.. Como... Pode... Eu... Ir... Em...?)
Tradução da frase final: "A vida é uma grande viagem que devemos fazer a primeira classe!"

sábado, 1 de novembro de 2014

Da obra de Mônica Bayef
Para a Sala de Protheus:


Caraca!
- Poetizando para Adolescentes –
 

Quero viver liberadamente
Eu quero viver profundamente
E sugar toda essência da vida
Para acabar com tudo que não fosse vida
Para que quando minha morte chegasse
Eu não descobri que não vivi.
Sociedade dos Poetas Mortos
 
                                             Há certos espíritos, se assim pode-se chama-los, inferiores e subalternos, que parece ser feitos só para recolher, registrar e ajuntar todas as produções dos outros gênios; são plagiários, tradutores, compiladores; não pensam, dizem o que os autores pensaram. Como a escolha de ideias é invenção, tem um gosto mau, pouco justo, que os leva a tratar de muitas coisas e não de coisas boas; não têm nada de original e pessoal; não sabem o que aprenderam e só aprenderam o que todos querem ignorar; uma ciência árida, sem interesse e utilidade, que não vem a proposito na conversa e que está forma de comércio, semelhante a uma moeda que deixou de ter valor: fica-se ao mesmo tempo estupefato e aborrecido com sua conversa ou com suas obras. São esses que os poderosos e o povo confundem com os sábios e que os sábios os remetem entre os pedantes.
                                                    Perdoem-me se lhes parece, em principio, um pouco arrogante. Mas tenho visto tantos “escrevinhadores”, por ai, nas mais variadas questões que não tenho como não iniciar uma crítica, uma homenagem justa a uma autora da qual tenho admiração pelo caráter que imprime em suas obras.
                                                    Utilizo-me, se me permitirem do fragmento de número 63, da obra Caracteres Ou Costumes Deste Século, do grande escritor Jean de La Bruyére quando afirma: “(...) Nem sempre a critica é uma ciência; é um oficio em que é necessário ter mais saúde que espirito, mais trabalho que capacidade”. Se é feita por um homem de menos discernimento que leitura e é exercida sobre certos capítulos, corrompe os leitores e o escritor.”
                                                    Faço todo este preâmbulo, pois, conforme já identificaram pelo título, refiro-me ao mais novo “filho literário” da poetisa e escritora carioca Monica Raouf El Bayeh – Caraca - uma obra de poesias destinada ao público adolescente. E mais que isso baseado exatamente neste mesmo público.
                                                   Este “público” é exatamente o mundo que a poetisa Mônica Bayef leva seu conhecimento em escolas estaduais do Rio de Janeiro. Os adolescentes. E nesta nova obra, aliás, perfeita, desta autora fenomenal os jovens foram premiados com belíssimos poemas.
                                                    Fomos cobradores na Rede Mundial de Computadores, unanimemente, que Mônica nos trouxesse exclusivamente um livro de seus poemas. Todos eles diariamente circulando pelas redes sociais como face book, Twitter, G+ entre outros. Eu como amigo fã e admirador do trabalho desta grande autora, sempre fui um dos primeiros a pedir.
                                                      Ei-lo aqui, agora: Caraca, lançado em setembro pela CreateSpace/Amazon, Rio de Janeiro, em nosso amado Brasil.
                                                     Como sou quase “suspeito” ao falar das obras de Mônica, por ser seu incentivador e quase um “cobrador” para que publicasse um estilo de poesia quase perdido no Brasil – comum na Europa e Canada -. Explico:
                                                    O confessionalismo nasceu com os poetas do contemporâneo, no inicio do século passado e tivemos muito poucos no Brasil. Infelizmente nenhum vivo, e baseia-se em poemas que “parecem” que foram escritos “para nós”, pois são identificados pelo momento de cada estrofe quando nos toca profundamente, ou em nossa rotina, relações, profissionais ou pessoais. Eis algo que Mônica faz como ninguém.
                                                       Esta nova obra, do qual destaco um poema da página 42 chamado: Pode Apostar – Nele Mônica, ao descrever, tranquilamente uma situação vivida deixa escrita poeticamente:

Adolescente é cruel
Língua cortante e afiada
Não importa como você seja
Vai ter seu dia de ser malhada
Porque tudo tem um motivo
Tudo tem algum defeito
Mesmo que seja lindo
Eles vão falar do sujeito
Forma grupos e riem
Riem muito, de chorar.
Não sei o que tem tanta graça
Mas eles sabem. Pode apostar.
                                                    É deste jeito de professora ao estilo “mãezona” que tudo entende, compreende, e o que não lhe é de fácil “digestão” vira uma poesia. Que belíssima forma de lidar com o cotidiano dos adolescentes, seus alunos e não deixar que isso interfira em sua vida.
Mas eis o predicado, o dom, a divindade poética de Monica Bayef.
                                                   Eis mais uma obra da qual tenho o privilégio de coloca-lo, em destaque, em pé ao lado de seus outros cinco “filhos” literários.
                                                   Para não parecer pedante, já que sempre falo de Mônica e como fã e admirador tornam-me suspeito e suspeitando deixo-lhes a mensagem que serve para todos os que ainda não encontram seu estilo, principalmente, de escrever sobre algo quiçá, sobre outros autores e suas obras.
                                                  A citação final, retirada do tópico 64, dos fragmentos, do autor acima citado, deixa como homenagem a Mônica por sua brilhante obra... E, caraca, que baita livro guria...
                                               Mas, aconselho a qualquer “autor” ou “escrevinhador” que está lendo esta crônica e... “(...) Que nasceu com o dom de “copista” e que tenha a extrema modéstia de trabalhar sobre modelo alheio, que escolha só os exemplares daquelas obras em que haja espírito, imaginação ou mesmo erudição; se não consegue igualar os originais, ao menos se aproxime deles e consiga ser lido.”.
Na internet o bate papo
Parece inesgotável
Quando foi que eu virei
Essa figura assim descartável?
                                              O questionamento final de minha amada amiga, poetisa e escritora Mônica Bayef em sua obra Caraca, se torna minha homenagem e um pedido a você leitor: Quando conseguir sentir arrepios ao ler uma poesia, significa que está aprendendo a seguir os caminhos mostrados pelo autor. Se não for poesia na contextualização do mesmo. Quando conseguir será um excelente leitor,
                                                Parabéns Mônica Bayef, poetisa do estilo confessionalismo Brasilês, de caráter literário impressionante.
 
Inspirado na Obra Caraca
Mônica Bayef – Poetisa, escritora
CreateSpace/Amazon – Setembro/2014
Rio de Janeiro – Brasil –
Citações da obra Caracteres Ou Costumes Deste Século
Jean de La Bruyére –Título original Les Caractéres Ou Les Moeurs De ce Shècle – Editora Escala- São Paulo – Tradução de Antônio Geraldo da Silva -1976.